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Prezado Cliente,

Em busca de proporcionar maior segurança no pagamento de nossos boletos, estamos realizando alguns ajustes na migração de cobrança dos mesmos para a modalidade registrada, conforme as normas da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos.

Desta forma, os boletos vencidos (de setembro de 2017 em diante) deverão ser impressos através do site do Banco do Bradesco.
Para isso, basta ter em mãos o seu boleto vencido e acessar o site do Bradesco.
No site, você vai procurar pela opção 2ª Via de Boleto, ou diretamente pelo endereço abaixo:

https://banco.bradesco/html/classic/produtos-servicos/mais-produtos-servicos/segunda-via-boleto.shtm

Em seguida, selecione a opção Pesquisar boleto pela Linha Digitável
Preencha corretamente os números exibidos na imagem e clique em continuar.
Por fim, informe o código da linha digitável do boleto vencido.

Para os boletos vencidos em Agosto/2017 ou anteriores, entre em contato conosco.

Agradecemos sua compreensão e nos colocamos à disposição, através de nossos canais de relacionamento com o cliente, para esclarecer quaisquer dúvidas.
Telefone: (91) 3084-7080 / E-mail: garantia@hab.org.br

(91) 3084 – 7080        Ouvidoria



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Perguntas Frequentes:

1. As operadoras são obrigadas a seguir o índice definido para os planos novos contratados por pessoas físicas?
O índice divulgado pela ANS é um teto de reajuste voltado aos planos individuais/familiares médico-hospitalares com ou sem cobertura odontológica. Portanto, para esses planos as operadoras não podem aplicar um percentual mais alto do que esse, mas são livres para adotar índices inferiores ao divulgado pela ANS, ou mesmo manter suas mensalidades sem reajuste. Caso a operadora não obtenha a autorização de reajuste da ANS, não poderá reajustar tais contratos.
 
2. A partir de quando o índice de reajuste da ANS pode ser aplicado?
O índice pode ser aplicado após a autorização da ANS para a operadora e a partir da data de aniversário do contrato. Para os contratos celebrados anteriormente a Lei nº 9.656/98 fica estabelecido o mês de Junho.
 
3. Se coincidirem a mudança de faixa etária e o aniversário do plano, o beneficiário terá dois reajustes?
Sim. O reajuste por mudança de faixa etária ocorre cada vez que o beneficiário extrapola uma das faixas etárias pré-definidas em contrato. Comprovadamente, cada faixa etária possui um perfil médio de utilização dos serviços de saúde. Trata-se de uma questão natural, decorrente do processo de envelhecimento das pessoas. As regras para esse tipo de reajuste levam em consideração a data em que o contrato foi firmado com a operadora. O reajuste por faixa etária aplica-se na idade inicial de cada faixa e pode ocorrer tanto pela mudança de idade do titular como dos dependentes do plano.
 
4. Qual a decisão judicial que impede a ANS de regular os reajustes dos planos antigos?
A lei determina que a ANS autorize reajuste tanto para os planos individuais antigos (assinados antes do início da vigência da lei), como para os planos assinados depois de 1º de janeiro de 1999, os chamados planos novos. No entanto, desde agosto de 2003, esse dispositivo legal está suspenso por ter sido considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Diante dessa decisão, a ANS definiu que, caso a regra de reajuste prevista no contrato não seja clara, o reajuste anual deverá estar limitado ao máximo estipulado pela ANS ou ser definido por meio da celebração de Termo de Compromisso com o órgão regulador. Neste último caso, haverá necessidade de autorização prévia da ANS.
 
5. Nos demais aspectos, a ANS regula os planos antigos?
A ANS regula os planos antigos em determinadas situações específicas, previstas nos Termos de Compromisso e na Súmula Normativa nº 5, de 2003.
 
6. A ANS regula os planos coletivos?
Sim. A ANS regula todos os planos (individuais e coletivos) contratados ou adaptados a partir de 1º de janeiro de 1999, ou seja, assinados após o início da vigência da Lei nº 9.656/98.
 
7. Como funciona o reajuste dos planos coletivos?
A ANS não define teto de reajuste para os planos coletivos por entender que eles possuem maior poder de negociação junto às operadoras, o que, naturalmente, tende a resultar na obtenção de percentuais mais vantajosos para a parte contratante. O reajuste dos planos coletivos é calculado com base na livre negociação entre operadoras e os grupos contratantes (empresas, fundações, associações etc). Ao longo de doze meses, a ANS coleta e monitora esses reajustes. A partir de então, a média desses percentuais passa por um tratamento estatístico e resulta no índice máximo de reajuste dos planos individuais novos a ser aplicado no ano seguinte.
 
8. A ANS define preços de planos de saúde?
Não. A regulação de planos de saúde não estipula preços a serem praticados pelas operadoras, seja para planos coletivos ou individuais.
 
9. Por que o índice não é mais divulgado em Resolução Normativa?
Desde 2008, o índice de reajuste é divulgado no Diário Oficial da União como uma Decisão da Diretoria Colegiada da ANS, já que as regras de concessão de reajustes atingiram um estágio de maturidade regulatória e simplicidade operacional que torna desnecessária a publicação de uma nova Resolução Normativa a cada novo cálculo de índice de reajuste.
 
10. É possível comparar o índice de reajuste dos planos de saúde com índices de inflação?
Não. O índice divulgado pela ANS é reflexo das variações de custo dos últimos 12 meses. A portabilidade traz benefícios para os usuários de planos de saúde que estão relacionados com o aumento da concorrência no setor, trazendo como principais vantagens a possibilidade de melhoria da qualidade e de redução de preços. Para as operadoras, a portabilidade pode propiciar o aumento da participação no mercado. Tal aumento da carteira possibilita uma maior diluição dos custos com a operação dos planos de saúde.
 
Fonte: ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar

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